O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou sua conta no Twitter para expôr as arbitrariedades na condenação de 12 anos e 11 meses de cárcere prescrita ao ex-presidente Lula, proferida pela Operação Lava Jato. A ordem partiu juíza substituta de Sérgio Moro, Gabriela Hardt, da primeira instância. O ex-presidente encontra-se sob cárcere político desde o dia sete de abril de 2018. 

O governador do Maranhão, primeiro colocado no concurso para juiz que teve Sérgio Moro como um dos candidatos , afirmou que a nova condenação do presidente Lula obedece "ao mesmo padrão da anterior mas com 'inovações' jurídicas como: mudança do tipo legal de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro; provas são manipuladas, a exemplo de um co-réu que se 'transforma' em DUAS testemunhas", condenou Dino. 

A nova condenação do presidente Lula obedece ao mesmo padrão da anterior, com “inovações” jurídicas como: mudança do tipo legal de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro; provas são manipuladas, a exemplo de um co-réu que se “transforma” em DUAS testemunhas.

Na sequência, ele ainda citou interesses escusos na condenação de Lula. "Ou seja, temos mais uma peça oriunda da doutrina do Direito Penal do Inimigo, em que a causa legítima do combate à corrupção é usada para 'lavar' (ocultar) projetos políticos, provados pelo engajamento em eleições e ocupação de cargos de confiança no atual Governo Federal", apontou. 

A nova condenação do presidente Lula obedece ao mesmo padrão da anterior, com “inovações” jurídicas como: mudança do tipo legal de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro; provas são manipuladas, a exemplo de um co-réu que se “transforma” em DUAS testemunhas Ou seja, temos mais uma peça oriunda da doutrina do Direito Penal do Inimigo, em que a causa legítima do combate à corrupção é usada para “lavar” (ocultar) projetos políticos, provados pelo engajamento em eleições e ocupação de cargos de confiança no atual Governo Federal.

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