O ex-presidente Lula volta a colocar em xeque o suposto uso da máquina jurídica brasileira a serviço da política e, de acordo com aliados, vai usar o depoimento do juiz da Lava Jato, Sergio Moro, sobre o processo que apura a propriedade e reformas no sítio em Atibaia (SP) para fundamentar a tese em oitiva no dia 14 de novembro.

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, o petista vai questionar a imparcialidade do juiz de primeiro grau ao abordar a possível nomeação do magistrado ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ao ministério da Justiça pelo presidente leito Jair Bolsonaro (PSL).

Embora o capitão da reserva confirme o propósito de ter Moro como aliado e assessor, como em entrevista à Record TV, as associações de magistrados lembram que, para assumir o cargo, ele teria que abandonar a função de juiz.

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